rap na sociedade

O rap surgiu nos guetos de NY com apelos sociais com propósito não tão diferentes daquilo que vivemos hoje de forma maior em todo planeta.


O rap não é mais música de nicho. Cada vez mais pessoas entendem a rima e compartilham o freestyle. Seja ativismo, causa nobre, diversão ou, todas as opções, o rap está na mente de todos que buscam pelos seus ideais.


No digital, os rappers encontram num palco aberto para o improviso.


Mais rima e menos ladainha! Os rappers estão presentes nos mais diversos estilos musicais, em séries, filmes e novelas. Fazem parte de treinamentos motivacionais, palestras e trilhas de nossos sonhos e superação.


Nos últimos 5 anos, o rap foi 50% mais ouvido e assistido nas principais plataformas digitais.


Com o cenário de crise instalada no país, o rap ficou mais fácil de digerir e compreender o mundo das desigualdades. Para uns momentos de dor. Para outros, um momento de autoafirmação e profetização da superação.


Uma coisa é certa: só de ouvir o mano rimar, até o boy começa cantarolar.


Às vezes o papo é reto, às vezes é zoeira. Afinal, todo clamor é para acabar com a dor.

O rap é a batida que motiva internautas de todo mundo.


Tem rap americano, francês, alemão e português. E pra quem não sabe, também tem rap de angolano e muçulmano. Pois é mano...

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© 2020 by Gustavo Carmo Gonçalves